terça-feira, 22 de abril de 2014
A GUERRA COMO ESPETÁCULO
Foi desde a criação do movimento nazista que Hitler planejou a guerra, esta foi
difundida pelos meios de comunicação, nas obras literárias, nos discursos políticos e nas
escolas. Goebles realizou vários filmes que demonstravam o conflito e mostravam a
Alemanha se defendendo das potências que a atacavam, ou seja, a posição agressiva aparecia
como defensiva. Neste sentido, a Alemanha nunca perdia uma batalha e as mortes só eram
vistas do lado oponente.
A ofensiva alemã contra a URSS apresentava-se como uma conquista legítima do
“espaço vital”, os filmes mostravam a subjugação do mundo eslavo e a “super-humanidade”
alemã e a luta para acabar com o comunismo.
No final de 1942, os alemães perderam e se colocaram na defensiva. A propaganda
(os filmes) se volta agora para a denúncia da barbárie comunista.
Em fevereiro de 1943, Goebbles numa manifestação no Palácio dos Esportes em
Berlim, declarou ao povo guerra total.
No final de 1944, a derrota era evidente, então Goebbles encomendou um filme que
tratava da resistência dos alemães frente ao exército de Napoleão, desviando inclusive os
soldados da guerra para atuarem no filme, já que a guerra está praticamente perdida.
Em 1945 a Alemanha foi derrotada. O suicídio de Füher significou um final coerente
com o seu projeto.
O Plano arquitetônico de Berlim fazia parte do plano de conquista do mundo e
deveria ser concluído em 1950.
O plano de Hitler era de destruição dos inferiores, mas acabou sendo destruídos
aqueles que deveriam ser os vencedores.
PALAVRAS DE GOEBBLES AO SE DIRIGIR AO FÜHRER
“... temos encontrado em vós o que mostra o caminho da verdadeira fé... Tendes sido
para nós a realização de um misterioso desejo. tendes curado nossa angústia com palavras de
liberação...”
DISCURSO DE RUDOLF HESSE (1936)
“Não creia ninguém que a luta econômica contra nosso povo falhou, se possa
subjugar a Alemanha pela força das armas... Nós estamos prevenidos! ... sabemos que estes
pequenos sacrifícios significam um sacrifício no altar da liberdade do nosso povo. Sabemos
que as divisas que deste modo poupamos resultam a favor do rearmamento...
SOBRE A QUESTÃO JUDAICA
“Se no início da guerra e no decurso da própria guerra tivesse sido submetidos ao gás
venenoso doze ou quinze mil destes judeus corruptores do povo, ... o sacrifício na frente de
batalha de milhões de homens não teria sido certamente vão. Pelo contrário, a eliminação na
altura própria de doze mil patifes teria talvez salvo um milhão de alemães normais preciosos
para o futuro.”
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